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Cinema e formação: concepções estéticas e pedagógicas

Este livro traz experiências e estudos que abrangem da educação infantil à universidade, cujas reflexões são fruto de pesquisas de docentes e pós-graduandos do Brasil e de Portugal. Os diversos artigos, em seu conjunto, explicitam certas especificidades da escola e do cinema, atribuindo a estes a referência de espaços formadores. Suas proposições deflagram um diálogo entre campos de conhecimento e seus saberes, constituindo um repertório de leituras de cariz cinematográfico, cultural, artístico, estético e pedagógico, no fluxo de pesquisas pautadas pela educação, história, sociologia, antropologia, psicologia e filosofia, enfim, uma obra que se configura, ao seu próprio estilo, pela análise fílmica e revisão de literatura.


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ISBN: 978-65-5755-008-3

Editora: Alínea

Autor: Fabrício David de Queiroz, Luciana Alves Rodrigues, Pollyanna Rosa Ribeiro e Rita Márcia Magalhães Furtado (orgs.)

Edição: 1

Ano: 2021

Páginas: 366

Formato: 16 x 23 cm

Idioma: Português

Apresentação

PARTE 1. Cinema, formação humana e educação estética

01. A função da arte: conversações entre cinema e formação humana
Dagmar de Mello e Silva

02. Apontamentos sobre educação estética e cinema
Ettore Riter

03. Cinema e formação humana: a realidade física vela e revela o essencial
Luciano de Castro Tomazett

04. O cinema nos ensina?
Rita Márcia Magalhães Furtado

PARTE 2. A troca de olhares entre o cinema e a escola

05. Filosofia com cinema para crianças (FcCpC): O sapateiro, de Vasco Sá e David Doutel
Elsa Cerqueira

06. Situação filosófica no cinema: o mito do filme documental Pro dia nascer feliz
Fabrício David de Queiroz

07. Notas de um percurso pelo cinema e pela escola
José da Silva Ribeiro

08. Cinema e relação com o saber: uma análise da obra fílmica Pro dia nascer feliz de João Jardim
Luciana Alves Rodrigues

09. “Sessão Corujinha”: memória, tempo e narrativas
Maria Alice de Sousa Carvalho Rocha e Sônia Maria Rodrigues

10. Relações de confiança acima de qualquer metodologia
Márcia Jardim Gusmão

11. Ilka Brunhilde Laurito, a professora de cinema
Thaís Lara

PARTE 3. A presença do cinema na formação docente

12. Cinema como formação do olhar: o aprendizado coletivo constitutivo do ver/pensar/fazer junto com a imagem
Adriana Hoffmann e Pedro Freitas

13. A escola encenada: o professor através do cinema
Alexandre Guerreiro e Ana Paula Nunes

14. Cinema e psicologia na formação de professores: riscos da invenção
Fernanda Omelczuk

15. Entre os muros da escola: representações sobre cinema e educação
Leila Maria de Jesus Oliveira

16. Convite à leitura do texto fílmico no contexto educacional
Pollyanna Rosa Ribeiro

PARTE 4. Infância e cinema, infância no cinema

17. Infância no cinema: o olhar de Cuerda e Kiarostami
Aline Magioni Maróstica Mariano

18. Quando tudo começa: consonâncias em educação infantil entre dois países distintos possibilitadas pelo cinema
Célia Maria Severina Batista Furtado

19. Quando “Menino” se torna Pacu em Abril despedaçado
Neisi Maria da Guia Silva

PARTE 5. Cinema e leitura do texto fílmico

20. Estética do abstrato: reflexões sobre O ornamento da massa de Siegfried Kracauer
Denis Souza de Morais

21. Cinema, literatura e educação: algumas aproximações
Jairo Barbosa Moreira

22. O cinema como possibilidade de esclarecimento na sociedade capitalista: reflexões em Siegfried Kracauer
Júlia da Silva Pontes

23. O silêncio da narrativa e a voz da imagem no cinema: para pensar em uma educação estética
Márcia Ferreira Torres Pereira

24. Reflexões sobre o documentário Arquitetura da destruição à luz da teoria crítica da escola de Frankfurt
Rômulo Fabriciano Gonzaga Pinto e Welma Alegna Terra

Fabrício David de Queiroz
Docente do Departamento de Filosofia no Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (CEPAE/UFG), pesquisador vinculado ao Núcleo de Estudos em Educação, Violência, Infância, Diversidade e Arte (NEVIDA/UFG) e ao Grupo de Estudos Novas Tecnologias e Educação (GENTE/UFG), licenciado e mestre em filosofia, e discente da 16ª turma de doutorado do Programa de Pós-graduação em Educação da UFG.

Luciana Alves Rodrigues
Mestre em Educação pela Universidade Federal de Goiás (2020). Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás (2006). Pesquisadora do grupo de pesquisa NEVIDA/FE/UFG (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Violência, Infância, Diversidade e Arte). Membro de equipe da Ação de Extensão – Sessão corujinha: cinema e infância CEPAE/UFG. Professora da Educação – PE-II – Secretaria Municipal da Educação (Goiânia – Goiás). Professora da Educação – PE-II – Secretaria Municipal da Educação (Aparecida de Goiânia – Goiás).

Pollyanna Rosa Ribeiro
Pedagoga, especialista em Educação Infantil, mestre em Educação pela Universidade Federal de Goiás e doutoranda em Educação pela Universidade Federal de Goiás. É professora da Pontifícia Universidade Católica, tendo como ênfase de trabalho e pesquisa os temas: Linguagem, Psicanálise e Educação Infantil. Atua também como coordenadora pedagógica do Centro Municipal de Educação Infantil Cecília Meireles em Goiânia. Membro da pesquisa interinstitucional em curso Arte, psicanálise e educação: procedimentos estéticos no cinema e as vicissitudes da infância UFE/CEPAE/UFG/PUCGO/UEG/UEMS.

Rita Márcia Magalhães Furtado
Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Católica de Goiás (1987), mestrado em Educação pela Universidade Federal de Goiás (2000), doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Realizou estágio pós-doutoral em Sociologia da Arte (Mediação Cultural) na Université Paris 3 – Sorbonne Nouvelle (2014). Atualmente é professora associada na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, atuando nas licenciaturas e no Programa de Pós-graduação em Educação, no qual está vinculada à linha de pesquisa Cultura e Processos Educacionais. É pesquisadora e coordenadora do núcleo de pesquisa NEVIDA (FE/UFG) e pesquisadora do GEPEIAP (CEPAE/FE/UFG, UEG e PUC-Goiás). É membro da Rede Internacional de Educação, Artes e Humanidades (REdArtH), da Associação de Investigadores da Imagem em Movimento (AIM), da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE) e da Associação Brasileira de Estética (ABRE).

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Este livro traz experiências e estudos que abrangem da educação infantil à universidade, cujas reflexões são fruto de pesquisas de docentes e pós-graduandos do Brasil e de Portugal. Os diversos artigos, em seu conjunto, explicitam certas especificidades da escola e do cinema, atribuindo a estes a referência de espaços formadores. Suas proposições deflagram um diálogo entre campos de conhecimento e seus saberes, constituindo um repertório de leituras de cariz cinematográfico, cultural, artístico, estético e pedagógico, no fluxo de pesquisas pautadas pela educação, história, sociologia, antropologia, psicologia e filosofia, enfim, uma obra que se configura, ao seu próprio estilo, pela análise fílmica e revisão de literatura.

Essa pluralidade de abordagens integra os temas da formação humana e docente, especialmente atenta à infância e juventude, da educação estética e da leitura do texto fílmico, que reconhece o potencial diálogo entre cinema e educação. Por certo, as leituras acerca do cinema e da escola extrapolam o campo do cinema educativo e da formação fílmica. É um desafio que se deslinda entre contradições e conquistas junto à sociedade e a cada indivíduo. Os auspícios de cada pessoa envolvida com o cinema na educação têm de lidar com o fato de que no universo escolar o uso da imagem ainda é pouco explorado. Trata-se de um certo entrave cultural. Neste sentido, os textos apresentam também um caráter de resistência, materializado pelo feliz encontro entre formação humana e educação estética, ao que cada atividade pedagógica apresentada e proposta, pode-se dizer, almeja ao seu modo.

Diante do vínculo formativo-educacional que se apresenta, algumas perguntas surgem no horizonte de reflexão deste estudo, tais como, qual o elo entre a realidade e as imagens? Qual o sentido e a finalidade da presença das obras fílmicas no contexto formativo? A fertilidade está no filme ou na leitura do espectador? É necessária a educação do olhar? Quais os limites e as possibilidades na relação entre cinema e formação?

As indagações que perpassam cada texto do livro e suas respectivas reflexões não têm o propósito de alcançar um ponto de chegada, antes, são a oportunidade convidativa para uma travessia pela multiplicidade de visualidades e ideias que pensam em concepções estéticas e pedagógicas na perspectiva recíproca entre cinema e formação. Ao abordar o cinema sob diferentes óticas, especificamente como uma possibilidade mediadora no contexto educativo e de representação da escola em seus acontecimentos acerca da formação humana, a presente obra deve instigar educadores, profissionais do cinema e responsáveis por políticas educacionais à sensibilidade da potência que esta composição de esforços atribui à relação entre cinema e educação.

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