Descrição da edição: Revisada e Ampliada
ISBN: 85-86491-32-2
Editora: Alínea
Autor: Edmilson J. T. Manganotte
Edição: 3
Ano: 2005
Páginas: 190
Formato: 17 x 24 cm
Idioma: Português
Os últimos acontecimentos têm vivenciado uma quantidade de mudanças sem precedentes. A globalização, a tecnologia da informação, a questão ambiental têm colocado desafios constantes e, muitas vezes, jogado por terra o que era tido como certo. Vivemos uma época revolucionária, com os paradigmas vigentes sendo colocados em xeque em todos os momentos. As empresas deparam-se, hoje, com o seguinte problema: O desenvolvimento de um sistema de gestão que seja válido tanto no universo local, como no âmbito global. As organizações, nas últimas décadas, tomaram consciência da existência de um personagem que por muito tempo foi relegado a um plano secundário. Esse personagem chama-se cliente. Ao sair de seu anonimato, ele assumiu o comando e tem determinado, de maneira inexorável, o futuro das organizações. Dessa forma, este livro apresenta conceitos e definições dos modelos que têm sido usados por organizações do mundo inteiro.
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Entrar para comprarDescrição da edição: Revisada e Ampliada
ISBN: 85-86491-32-2
Editora: Alínea
Autor: Edmilson J. T. Manganotte
Edição: 3
Ano: 2005
Páginas: 190
Formato: 17 x 24 cm
Idioma: Português
Prefácio
Capítulo 1
Clientes e Processos
As origens da necessidade de mudanças
Capítulo 2
Arquiteturas Organizacionais
A chave para as mudanças reside no projeto organizacional
Capítulo 3
Sistemas de Trabalho de Alto Desempenho
Uma estratégia de mudança organizacional
Capítulo 4
Aperfeiçoamento contínuo
Uma estratégia para o aperfeiçoamento dos processos empresariais
Capítulo 5
Reengenharia
Uma proposta de reestruturação radical
Capítulo 6
Gerenciamento da Qualidade
O início das mudanças
Capítulo 7
As Pequenas Empresas
Inovação e competitividade nas pequenas empresas
Capítulo 8
A Metologia Seis Sigma
Conclusão
Apêndice
Ferramentas de Trabalho
Referências
Autor(es): Edmilson J. T. Manganotte
Qual a diferença entre inovar e revolucionar? Ao consultarmos um dicionário, descobriremos que inovar significar tornar novo, renovar, introduzir novidade. Já revolucionar significa excitar à revolução, instigar à revolta, revoltar, revolver, causar notável mudança, transformar. Logo, são dois conceitos diferentes. No entanto, a interpretação que as empresas, na figura de seus administradores, têm dado para esses dois conceitos tem sido, na prática, a mesma.
Vivenciamos um momento de grandes mudanças em todos os aspectos. O fenómeno da tecnologia da informação possibilitou que a globalização avançasse a passos enormes, tão grandes que não conseguimos no momento sequer avaliar suas reais consequências. Hoje, o grande desafio imposto para as empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, está em administrar localmente com uma visão global, ou seja, com a virtual extinção das fronteiras físicas entre os países, outras barreiras além das comerciais estão sendo quebradas ou ultrapassadas. Como conviver, empresarialmente falando, neste universo infinito em diversidades que nos é apresentado?
As pequenas empresas são, nitidamente, o futuro econômico e administrativo. São mais ágeis e mais rápidas nas tomadas de decisão e podem ser mais eficientes e eficazes. A questão fundamental reside em transpormos para elas o conhecimento acumulado, desenvolvido e testado nas empresas de médio e grande porte, obviamente, fazendo um ajuste de proporções, considerando as especificidades, tendo a sensibilidade de enxergar que a administração é única, é a mesma ciência, sendo aplicada a uma transnacional ou ao nosso lar. Os princípios são os mesmos: três ou três mil funcionários representam recursos humanos da mesma forma; um faturamento de um mil ou de um milhão ao mês são recursos que têm de ser geridos de maneira eficiente, da mesma forma.
Assim, este livro apresenta, de maneira clara e objetiva, os principais modelos que vêm sendo utilizados por organizações do mundo inteiro, na tentativa de implementar as mudança necessárias para enfrentar o futuro que se apresenta. Iniciaremos com uma, discussão, como não poderia deixar de ser, acerca da concepção de processos e clientes, para, em seguida, partirmos para uma revisão de conceitos relacionados às estruturas organizacionais, aos desenhos organizacional e departamental abordando, também, as principais tendências do momento em termos de arquiteturas organizacionais. Os capítulos seguintes tratarão dos modelos selecionados, a saber: Sistemas de Trabalho de Alto Desempenho (STAD). Gerenciamento da Qualidade, Reengenharia e Aperfeiçoamento Contínuo.
Gostaríamos de frisar que o que existe são situações, contingências, ambientes a serem considerados, culturas a serem respeitadas. As organizações nada mais são do que o reflexo da sociedade. Elas são constituídas por pessoas e, consequentemente, serão limitadas tanto quanto o próprio Homem o é. Isso não deve representar um problema; essa consciência deve ser aceita e utilizada como uma vantagem. Talvez, a verdadeira e única mudança realmente inovadora esteja aqui, na aceitação da condição humana das organizações. Uma empresa sente, ressente, possui idiossincrasias, relaciona-se, cria vínculos, perde, ganha, passa por situações traumáticas, experimenta grandes alegrias etc. Ora, nada diferente do que se passa com qualquer pessoa.
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