ISBN: 978-85-7516-610-9
Editora: Alínea
Autor: Luciana Beatriz de Oliveira Bar de Carvalho e Carlos Henrique de Carvalho
Edição: 1
Ano: 2012
Páginas: 208
Formato: 14 x 21 cm
Idioma: Português
O livro discute as iniciativas levadas à frente, no campo educacional, por Brasil e Portugal. Para tanto, a abordagem realizada tomou como referências duas cidades: Uberabinha (Brasil) e Mafra (Portugal). Esse recorte espacial se justifica em razão da mudança de regime de governo (monárquico para republicano) que ocorreu nos dois países e trouxe como proposta o ideário moderno de educação, pelo menos em termos de propostas.

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Entrar para comprarISBN: 978-85-7516-610-9
Editora: Alínea
Autor: Luciana Beatriz de Oliveira Bar de Carvalho e Carlos Henrique de Carvalho
Edição: 1
Ano: 2012
Páginas: 208
Formato: 14 x 21 cm
Idioma: Português
Apresentação
Introdução
Capítulo 1
República, Educação e Modernidade no Brasil e em Portugal
Considerações iniciais sobre modernidade, moderno e modernização
Educação e república no Brasil
Reformas do ensino na república brasileira
Portugal no mundo do século XIX
Reformas do ensino na república portuguesa
Educação em Portugal: do global ao local
Capítulo 2
Minas Gerais e a Organização Nacional da Educação
Sociedade e educação no Brasil Republicano
Urbanização e educação na Minas Republicana
Reforma João Pinheiro: grupo escolar e a modernidade pedagógica
Reforma Francisco Campos: a modernidade do mundo urbano industrial
Capítulo 3
O Lugar do Município na Modernidade Luso-brasileira: ações educacionais em Uberabinha e Mafra
Panorama histórico-educacional de Uberabinha
Panorama histórico-educacional de Mafra
Considerações Finais
Referências
Luciana Beatriz de Oliveira Bar de Carvalho
Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), mestre em Educação pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Fez Estágio de Doutorado Sanduíche na área de História da Educação na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (UL). Atualmente é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Uberaba (UNIUBE). Professora do curso de Pedagogia da UNIUBE. É Coordenadora Institucional do Programa de Iniciação a Docência da CAPES/PIBID/UNIUBE. Participou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação de Educação em Gestão Educacional de 2011 do INEP/MEC. Também é Coodernadora do projeto OBEDUC/CAPES: As Políticas Públicas de incentivo a leitura: uma (re)leitura do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (PROLER) e suas implicações no IDEB no município de Uberaba-MG. É membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em História e Historiografia da Educação (NEPHE), da Faculdade de Educação da UFU. É avaliadora do INEP/MEC, autoriza e reconhece cursos na área de educação.
Carlos Henrique de Carvalho
Possui graduação em História pela Universidade Federal de Uberlândia, mestrado em Educação pela Universidade Federal de Uberlândia, doutorado em História pela Universidade de São Paulo e estágio pós-doutoral em História da Educação na Universidade de Lisboa. É professor adjunto da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), membro dos conselhos editoriais das revistas Cadernos de História da Educação (UFU) e Revista Alpha (Patos de Minas). É Coordenador do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Uberlândia, nos biênios 2009-2011 e 2011-2013. É professor do programa de pós-graduação (mestrado e doutorado) em Educação da UFU. É bolsista produtividade em pesquisa do CNPq e do Programa Pesquisador Mineiro, da FAPEMIG.
O analfabetismo foi visto como fator gerador de problemas econômicos e sociais no Brasil e em Portugal no fim de século XIX e no começo do século XX. Inversamente, a educação escolar foi vista como fator central para que esses países progredissem e se modernizassem. Alvo do descaso da monarquia de cá e de lá, a educação do povo, ou a extinção do analfabetismo, esteve na pauta dos agentes políticos da primeira República brasileira e dos republicanos de Portugal (embora, lá, a República tenha sido instaurada algumas décadas após a monarquia dar lugar ao republicanismo aqui). A autonomia relativa e os princípios de descentralização advindos do governo republicano puseram em pauta a instrução pública, que ganhou importância, pelo menos discursivamente, na estruturação política, econômica, social e cultural de ambos os países. Ela se alinhava aos ideais de democracia, progresso e ordem – princípios do liberalismo. Passou a ser vista pela elite governamental como via de ascensão social e sustentação do chamado Estado democrático de direito. Por isso, mas não só, verifica-se um movimento expressivo pró-educação pública no Brasil e em Portugal.
Neste sentido, o livro O Lugar da Educação na Modernidade Luso-Brasileira no final do século XIX e início do XX, tem a intenção de discutir as iniciativas levadas à frente, no campo educacional, por Brasil e Portugal. Para tanto, a abordagem realizada tomou como referências duas cidades: Uberabinha (Brasil) e Mafra (Portugal). Esse recorte espacial se justifica em razão da mudança de regime de governo (monárquico para republicano) que ocorreu nos dois países e trouxe como proposta o ideário moderno de educação, pelo menos em termos de propostas.
Assim, com a República, emerge um debate intenso sobre a expansão do ensino público, o qual ganha ressonância no âmbito municipal; prova disso são os numerosos decretos e leis relativos à necessidade de se implantar a escola pública nas duas cidades, isto é, a educação passa a ser considerada como condição sine qua non para se chegar à moderni-dade.
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