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Instituições Escolares: por que e como pesquisar

Como o próprio subtítulo sugere “Por que e como pesquisar” Instituições Escolares, a leitura de livros sobre a história da instituição mobiliza ações relevantes como a organização de exposições de documentos e a preservação de objetos para a criação de um museu. O conhecimento da história motiva os envolvidos para que melhor se cuide da própria escola e de sua história. Com base em sólido referencial teórico-metodológico, os pesquisadores estudam e constroem o passado das instituições, abordando temas como: escolha do objeto, levantamento das fontes, procedimentos essenciais da investigação e narrativa final.

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Descrição da edição: Revisada

ISBN: 978-85-7516-661-1

Editora: Alínea

Autor: Paolo Nosella e Ester Buffa

Edição: 2

Ano: 2013

Páginas: 94

Formato: 14 x 21 cm

Idioma: Português

Prefácio à 2ª edição

Ao leitor

Capítulo 1
Os estudos sobre instituições escolares: um balanço
Antecedentes históricos
Estudos atuais
Levantamento e apreciação geral

Capítulo 2
Por que pesquisar instituições escolares?
Análise das entrevistas
Excertos das entrevistas

Capítulo 3
Como pesquisar instituições escolares?
O objeto
As fontes
Os procedimentos e a narrativa

Capítulo 4
O método de investigação
O referencial teórico-metodológico: preocupação principal
O método dialético marxista

Referências

Sobre os autores

Paolo Nosella
Licenciou-se em Filosofia na Itália, onde nasceu em 1942. Em 1967, veio ao Brasil para trabalhar em educação popular, na criação das primeiras escolas da Pedagogia da Alternância. Fez mestrado e doutorado em Filosofia da Educação na PUC-SP.   É professor titular aposentado de Filosofia da Educação na UFSCar, onde atua como colaborador do PPGE e pesquisador sênior do CNPq.   É autor dos livros: Origens da Pedagogia da Alternância no Brasil, pela EDUFES, A escola de Gramsci, 5ª edição ampliada, pela Cortez Editora, Instituições escolares – por que e como pesquisar, em coautoria com Ester Buffa, e Ensino Médio à luz do pensamento de Gramsci, ambos pela editora Alínea.

Ester Buffa
Doutora em Ciências da Educação pela Université René Descartes, Paris V, Sorbonne, Paris-França. É professora titular aposentada de História da Educação da Universidade Federal de São Carlos, onde continua vinculada ao Programa de Pós-graduação em Educação como professora associada. Publicou artigos em periódicos sobre educação brasileira e vários livros. Por pelo menos duas décadas, pesquisou e publicou, juntamente com Paolo Nosella, alguns livros sobre a história e a filosofia de instituições escolares. Juntamente com Gelson de Almeida Pinto (IAU/USP) publicou dois livros sobre a temática Arquitetura, Urbanismo e Educação e alguns artigos em conceituados periódicos da área. É consultora de agências de fomento à pesquisa como o CNPq (onde foi bolsista de Produtividade de 1991 a 2015), CAPES, INEP e FAPESP.

Pesquisadores experientes e sensíveis, Paolo Nosella e Ester Buffa vêm desenvolvendo, há 24 anos, um trabalho cuidadoso e rigoroso sobre o estudo da história e filosofia das instituições escolares. Este livro trabalha, em quatro capítulos, duas questões fundamentais: por que e como investigar instituições escolares. A indagação dos autores e o apreço deles pela arte foi o que me levou a reler um poema de Carlos Drummond de Andrade, Procura da poesia, quando diz:

Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?

A pergunta nuclear do poema, “Trouxeste a chave?”, esclarece o sentido e o significado deste trabalho em que Paolo e Ester oferecem uma chave de leitura, uma chave que abrirá portas para muitos outros pesquisadores envolvidos com a temática, principalmente nos programas de pós-graduação.
A obra traz depoimentos emocionantes de entrevistados que se sentiram tocados pela leitura de livros sobre a história da instituição em que atuam.
De fato, a leitura mobilizou ações relevantes, como organizar exposição de documentos e preservar instrumentos e máquinas para a criação de um museu. O conhecimento da história contribui para que se cuide da própria escola.
Ao apresentar indicações práticas de como pesquisar e explicitar os fundamentos teóricos norteadores, os autores retomam o espírito dos versos drummondianos: Chega mais perto e contempla as palavras. Cada uma tem mil faces secretas. Trazem, finalmente, a chave do método dialético, na medida em que este permite relacionar o particular com a totalidade social, fazendo emergir a história dessa relação.
Paolo e Ester, agradecemos a vocês por terem trazido esta chave!

Cleide Rita Silvério de Almeida

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