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Telas que Ensinam – Mídia e aprendizagem: do cinema às tecnologias digitais

Para que haja ensino e aprendizagem de alta qualidade, é indispensável sólidas bases científicas de conhecimentos e procedimentos psicológicos e pedagógicos. Juntamente com uma minuciosa e surpreendente história das origens e vicissitudes, essas bases são aqui examinadas compondo um quadro de referência obrigatório a todos quantos se preocupam com a educação ou a ela se dedicam.
Os desafios de agora e do futuro próximo, em matéria de educação e preparo de recursos humanos para as atividades produtivas em geral — em meio às novas tecnologias de telecomunicações, dos conceitos e produtos associados às tecnologias digitais e atentos às demandas de melhor educação em todos os seus níveis e modalidades —, impõem o emprego de “telas que ensinam”.

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Descrição da edição: Atualizada e Ampliada

ISBN: 978-85-7516-404-4

Editora: Alínea

Autor: Samuel Pfromm Netto

Edição: 3

Ano: 2011

Páginas: 256

Formato: 14 x 21 cm

Idioma: Português

Prefácio

Capítulo 1
Introdução

Capítulo 2
Tecnologia da Educação
Pré-condições do aprendiz
Pré-requisitos aprendidos e estratégias de aprendizagem
Planejamento e produção de materiais e sistemas de ensino
Projeções fixas
Funcionamento de centros de televisão, vídeo e rádio educativos nas escolas superiores
Centros de distribuição: criação e funcionamento
A biblioteca como centro de aprendizagem
Os novos desafios educacionais

Capítulo 3
Educação a Distância
Que é educação a distância?
Um precursor remoto: Paulo de Tarso
Psicologia da aprendizagem e processamento de informação
Educação, escolas, ensino: é preciso mudar

Capítulo 4
Aprendizagem Humana: Fundamentos
Um modelo geral de aprendizagem
Independência crescente, atividade, transação cognitiva
Apropriação, imersão e transformação
Ambientes para aprender
Aprender é transformar
Versatilidade, pluralismo e imaginação a serviço do ensino-aprendizagem

Capítulo 5
Conteúdos, Estratégias e Capacidades Mentais

Capítulo 6
A Odisseia do Cinema Educativo no Brasil
O cinematógrafo e os primórdios do cinema educativo
O cinema educativo no Brasil
Filmes para a educação do povo: o sonho de Edison
Fundamentos do ensino por meio do cinema
Cinema educativo na “belle époque”
O cinema no ensino médico
De 1950 em diante

Capítulo 7
Televisão e Gravações em Vídeo Ensinam – e Bem
Televisão a serviço do ensino médico
Versatilidade da televisão e do vídeo
Vídeos a serviço do ensino-aprendizagem
Televisão comercial e televisão educativa
Pesquisas sobre televisão no Brasil
Televisão e público infantil: padrões de uso
Conteúdo da televisão
Efeitos da televisão nas crianças
Televisão educativa no Brasil
Miscelânea
TV Escola/MEC
Televisões educativas, públicas e universitárias

Capítulo 8
Programas Educativos e Infantis na Televisão: Encontros e Desencontros
Programação para crianças: boa e má
O “currículo oculto” da televisão comercial
Televisão não comercial, educativa e pública
Um punhado de conclusões, imperativos e sugestões

Capítulo 9
O Futuro é Agora
A patologia educacional brasileira
A psicologia e a pedagogia ante a mídia educativa
A educação brasileira e as novas realidades
Mídia educativa: raízes e visão de conjunto
O caso de Frank Hall

Referências e Leituras Recomendadas

Samuel Pfromm Netto

Professor normalista, psicólogo, pedagogo, homem de mídia e historiador, foi professor titular de cursos de graduação e pós-graduação em várias universidades. Doutorou-se pela USP e fez parte do seu quadro de docentes e pesquisadores durante muitos anos. Tem mais de meia centena de livros publicados e centenas de estudos, artigos e relatos de pesquisas acolhidos em revistas e jornais do país e do exterior. Foi professor visitante nos EUA e em vários países da Europa e chefiou missões culturais ao Japão e à China, tendo proferido conferências e palestras nesses países. É Presidente Emérito da Academia Cristã de Letras e integra o Conselho Técnico da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
Paralelamente às atividades de psicólogo, educador e pesquisador, tem desenvolvido intensa e extensa atuação ligada à mídia. Atuou durante muitos anos na Fundação Padre Anchieta/TV e Rádio Educativos de São Paulo, como assessor da presidência, chefe da Divisão de Ensino e Conselheiro. Com Claudio Petraglia, Nídia Lycia e Wilson Aguiar, fez parte da coordenação do projeto Vila Sésamo (1972-73), produzido pela TV Cultura em colaboração com a TV Globo, e foi responsável por programas de televisão e rádio educativos que ganharam o Prêmio Japão, em competição internacional promovida pela NHK (Tóquio, 1975). Foi Conselheiro da Concine e do Mobral. Presidiu a Fundação Centro Brasileiro de Televisão Educativa (Funtevê) do MEC, no Rio de Janeiro. Colaborou com a Secretaria Especial de Informática da Presidência de República na implantação de centros universitários de educação por meio de computador e fez parte de várias comissões do MEC encarregadas da avaliação e premiação de softwares educativos. Desde 2001, criou e preside a PNA — Pfromm Netto & Associados, editora e organização especializada em mídia educativa e assessoria em educação e psicologia.

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As “telas que ensinam” pertencem a um mundo fascinante da aquisição de conhecimentos e habilidades por crianças, jovens e adultos, e da mudança de seus comportamentos e atitudes, esboçado nas primeiras décadas do século vinte e, depois, continuamente expandido e aperfeiçoado.
O passado, o presente e o futuro das telas que propiciam aprendizagem e ensino com suas imagens móveis e seus textos são aqui examinados à luz da teorização e da pesquisa científicas de natureza psicológica e pedagógica, realizadas no Brasil e no exterior.
Mídia educativa, tecnologia educacional, tecnologia instrucional, aprendizagem eletrônica (E-learning), ensino e (ou) aprendizagem a distância e aprendizagem independente fazem parte do moderno vocabulário dos profissionais nas áreas
de educação e desenvolvimento de recursos humanos. Referem-se tanto a ferramentas para ensinar e aprender como a concepções, processos, estratégias, materiais e fundamentação científica que permitem que mais pessoas aprendam mais e melhor.
Televisão, computadores, cinema, CD-ROM, internet, videocassetes, DVDs e as novas tecnologias digitais compõem um quadro fecundo e instigante de recursos a serviço do ensino na sala de aula, treinamento e aperfeiçoamento profissionais, educação a distância, es-cola virtual, universidade corporativa.
A serviço da ação didática dos professores ou como formas de aprendizagem e aperfeiçoamento pessoal independentes, as telas que ensinam não dependem apenas dos equipamentos e materiais que fazem parte das inovações tecnológicas marcantes do século vinte e da atualidade. Para que haja ensino e aprendizagem de alta qualidade, são indispensáveis sólidas bases científicas de conhecimentos e procedimentos psicológicos e pedagógicos. Juntamente com uma minuciosa e surpreendente história das suas origens e vicissitudes, essas bases são aqui examinadas, compondo um quadro de referência obrigatório a todos quantos se preocupem com a educação ou a ela se dediquem.
Os desafios de agora e do futuro próximo, em matéria de educação e preparo de recursos humanos para as atividades produtivas em geral, em meio às novas tecnologias de telecomunicações, dos conceitos e produtos associados às tecnologias digitais e atentos às demandas de melhor educação em todos os seus níveis e modalidades, impõem o uso de “telas que ensinam” de excelente qualidade, em larga escala e confiadas a profissionais competentes. São um componente decisivo na batalha em favor de mais e melhor educação para todos.

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