Os arqueólogos do futuro em tempo de crises: vida plena no agora como antídoto para a ansiedade e o sofrimento-0

Os arqueólogos do futuro em tempo de crises: vida plena no agora como antídoto para a ansiedade e o sofrimento

Em Os Arqueólogos do Futuro, encontramos provocações que nos fazem buscar maneiras de viver o hoje de forma saudável e produtiva, sempre com foco no agora e evitando a obsessão de identificar tendência após tendências – passando mais tempo no futuro (inexistente) do que no presente (existente) – e mitigando o risco de chegarmos ao “amanhã” (hoje) tão cansados e ansiosos que não conseguimos nem experimentá-lo com plenitude. Neste livro, o autor apresenta suas descobertas e estratégias bem sucedidas, nos desafiando a mudar a forma de encarar “passado” e principalmente “futuro”, vivendo cada situação em seu momento presente pois, como ele mesmo propõe, “moderno é viver no agora”.


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ISBN: 978-65-87322-04-9

Editora: Átomo

Autor: Danilo Afonso

Edição: 1

Ano: 2020

Páginas: 178

Formato: 16 x 23 cm

Idioma: Português

Prefácio: Viva o presente e construa o seu futuro

Introdução

Capítulo 1. Equilíbrio e desequilíbrio do tempo

Capítulo 2. Tempo rei, ó tempo rei

Capítulo 3. Três, dois, um, valendo

Capítulo 4. A doença do futuro e a cura do presente

Capítulo 5. Agora ou nunca. Literalmente

Capítulo 6. O velho futuro, o novo passado e o tempo hoje

Capítulo 7. O moderno e o agora: faces da mesma moeda

Capítulo 8. A tendência é a chama se queimar no próprio fogo

Capítulo 9. A crise da crise

Capítulo 10. E agora, José?

Palavras finais. O futuro não é mais como era antigamente

Posfácio
O dia em que a Terra parou e quase ninguém sabia por quê
O homem que perdeu o agora

Referências
Bibliografia
Sites consultados

Danilo Afonso

Psicanalista, coach, mentor e consultor organizacional, pai do Pedro Antonio, do Miguel Tomás e marido da Aretusa. Trabalha com processos de autoconhecimento e busca de propósito, desenvolvimento de pessoas, liderança e gestão de talentos, tanto na consultoria Vertigo 16 Desenvolvimento de Pessoas quanto em seus consultórios, em São Paulo capital e Vinhedo. Nas horas vagas escreve poesia e pesquisa a história da música popular brasileira.

Quase todas as pessoas sabem responder a pergunta ‘Onde você vive?’. É um tema simples. Entretanto, a questão “Por que você vive?” é mais profunda, por vezes difícil de encarar, sua resposta poucos sabem, mas todos deveriam descobrir. Já a pergunta ‘Quando você vive?’, o autor deste livro sabe responder por todos nós. Vivemos hoje. E somente hoje. Ter clareza dessa resposta é decisivo para que saibamos responder com precisão e enfrentamento outra questão diretamente ligada à nossa saúde emocional: ‘Como você vive?’. Alguns sabem responder, outros não. Depende se a pessoa vive plena no presente, ou presa no limbo do passado-futuro. Numa era de transformações cada vez mais velozes, ‘viver no limbo do passado’ torna-se praticamente um pedido de ‘esquecimento social imediato’. Quer ficar no passado? Adeus, o carro autônomo da vida partiu. Da mesma forma, esta era de velocidade supersônica também pode convidar cada um de nós a ‘viver no limbo do futuro’, presos em uma teia infinita de previsões e tendências, numa busca desenfreada para controlar o próximo movimento social, preparar-se para a próxima mudança e sempre estar ‘um passo à frente’. Um passo à frente de que, do presente? Não existe nada além do hoje... Mesmo que os arqueólogos do futuro – aqueles seres que só falam do que um dia será e não enfrentam a realidade do presente – insistam em querer nos transportar para o amanhã ainda hoje e, assim, ampliar a crise de ansiedade que já se acomoda na vida ‘etérea’ dos habitantes da década de 2020, só podemos viver o agora. Tudo sem contexto é nada, diz o autor. O futuro é apenas uma ideia, pode ser uma proposta e torna-se uma obsessão para aqueles que persistem em não enfrentar a realidade e buscam, arrogantemente, serem os primeiros a ‘acertar’ o que vai acontecer. Palmas inúteis para os arqueólogos do futuro. Precisamos de equilíbrio. Amanhã vai acontecer aquilo que fundamentalmente construímos agora. Sem determinismo, sem vaidade de acerto. Se o presente ainda gera problemas, um futuro mais saudável depende de propormos ações práticas que encarem o cenário atual. Já, agora, não amanhã.

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