Humanização da Economia-0

Humanização da Economia

A proposta deste livro é conquistar nova formação social, que tenha por princípio a prioridade do ser humano, com a condição de que o capital assuma a posição de meio, em vez da primazia que ocupa no capitalismo.

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ISBN: 85-7516-016-8

Editora: Alínea

Autor: Enildo Pessoa

Edição: 1

Ano: 2001

Páginas: 120

Formato: 14 x 21 cm

Idioma: Português

Prefácio

 Palavras Iniciais

 Introdução
O que a história nos ensina

Capítulo I
Capital Versus Ser Humano: Eis a Questão

Capítulo II
O Objetivo e a História, no Capitalismo

Capítulo III
Os Meios e a História, no Capitalismo

Capítulo IV
Prática e a História, no Capitalismo

Capítulo V
O Novo Princípio e o seu Objetivo Maior

Capítulo VI
Os meios e a Nova Formação

Capítulo VII
Prática e a Nova Formação

Referências Bibliográficas

Enildo Pessoa

Enildo Galvão Carneiro Pessoa nasceu em Olinda, Pernambuco. Transferiu-se para São Paulo em 1964, após sofrer perseguições com prisão, suplícios e condenação, levados a efeito pelo regime militar implantado neste mesmo ano. Reside em Campinas desde 1966. É engenheiro civil, técnico em planejamento social, lecionando na PUC-Campinas, onde ocupou, também, o cargo de Diretor do Instituto de Ciências Humanas. Foi professor em diversos cursos promovidos pela CEPAL/ONU no Brasil. Inúmeras vezes, atendendo convites de instituições renomadas, tem realizado conferências relacionadas à questão social, principalmente sobre transformação da humanidade ao longo do tempo. Antes de 1964, foi Superintendente do Porto do Recife, no governo Miguel Arraes. Coordenou projetos de viabilidade em vários estados brasileiros, principalmente em São Paulo, onde assessorou mais de três dezenas de municípios. Publicou textos sobre temas relacionados à questões políticas e sociais, em revistas e na imprensa local e estadual (SP). É autor dos livros Planificação: A opção pelas classes populares (Editora Papirus), A escola e a libertação humana (Editora Vozes) e A Humanidade e o Futuro (Editora Alínea). Também o trabalho 'sobre a social - democracia transformadora', o qual constitui o terceiro volume dos "Cadernos do ICH". No período que vai do início de 1983 ao final de 1989 ocupou o cargo de Secretário de Educação do Município de Campinas (SP) - Governo Magalhães Teixeira, quando aplicou as ideias apresentadas nas publicações de sua autoria. As concepções apresentadas neste texto pretendem ir adiante nas reflexões e práticas levadas a efeito pelo autor, ao longo de sua vida.

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Conquistar nova formação social, que tenha por princípio a prioridade do ser humano. Essa é a proposta deste texto, com a condição de que o capital assuma a posição de meio, ao invés da primazia que ocupa no capitalismo.
É pretensão que atende necessidade histórica, seja quando temos presente a substituição das formações sociais ao longo do tempo, seja quando examinamos com atenção as condições econômicas, política, ideológica e social do mundo, neste início de século.
É dessa maneira que será possível caminhar para nova realidade em que aconteça o seguinte referencial: "de cada um, segundo sua capacidade; para cada um, segundo suas necessidades", sem nunca esquecer que essa conquista será democrática e consciente, ou não será.
Enfim, o texto indica elementos de juízo sobre a dependência recíproca entre princípio, objetivo, meio e colocação em prática do meio, quando pensamos na nova formação social e no capitalismo.

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