Dança de Rua-0

Dança de Rua

Nesta segunda edição, vemos importantes reflexões da Cultura Hip-hop não somente a partir de uma abordagem histórica, mas, também, referências de conteúdos a partir da experiência e de sua construção atualizada em novos paradigmas. No livro é possível encontrar um saber construído fundamentalmente na identidade com e no corpo que dança e na arte integrada ampliando as abordagens que circundam a prática.

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Descrição da edição: Revisada e ampliada

ISBN: 978-65-87322-39-1

Editora: Átomo

Autor: Ana Cristina Ribeiro Silva e José Ricardo Cardoso (Kico Brown)

Edição: 2

Ano: 2025

Páginas: 190

Formato: 16 x 23 cm

Idioma: Português

Prefácio

Introdução

Cosmopercepções
Como tudo começou...
As ramificações culturais e as nomenclaturas
Hip-hop, Street Dance, Dança de Rua, Breakdancing ou Dança Urbana?
A grande influência – o Funk

Breve Histórico das Danças: Rocking, Locking, Breaking, Popping, Waacking, Vogue, Hip-hop Dance, House Dance, Dance Hall e Krump
Up Rocking, Rocking, Brooklyn Rock ou Rock Dance
Locking
Waacking – Whacking
Vogue
Breaking – B.Boy/B.Girl
Popping
Freestyle, Newstyle ou Hip-hop Dance
House Dance
Dance Hall
Krump e Clowning
Considerações finais

Abordagens de Ensino
Fundamentos, Danças Sociais, movimentações, nomenclaturas específicas

Competições, Batalhas e Mostras
Internacionais
Nacionais

Brasil – o que temos por aqui?

Áreas de Atuação e Links Sugeridos
Esporte, uma nova área de atuação
Estrutura política na organização das competições
Links sugeridos
Trailers – filmes e documentários diversos

Mais Um Passo na Jornada

Referências

Sobre os autores

Ana Cristina Ribeiro Silva
Mãe da Anaya, artista, pesquisadora, B.Girl, idealizadora da companhia de dança Eclipse e da crew SAMBA B.Girls. Atua em preparação corporal, direção artística e produção de eventos. Doutora e mestre em Artes da Cena pela Unicamp. Licenciatura plena em Educação Física pela PUC-Campinas. Na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) é docente no curso de licenciatura em Dança, responsável pelos componentes curriculares: Laboratório de Danças Urbanas e Anatomia – Cinesiologia, coordena o projeto de pesquisas L.U.A. (Laboratório Ubuntu Afeto/Arte/Afrodiaspóricas/Américas), também é pesquisadora-colaboradora do Grupo de Pesquisa LABCAPO – Laboratório Capoeira (UFRJ) e OMEGA – Observatório de Memória, Educação, Gesto e Arte (UFPel).
Autora dos livros Dança de Rua (2011), Laboratório Hip-hop e Eclipse (2021).
Site: https://www.eclipse.art.br/cris-pesquisas
E-mail: cris@eclipse.art.br ou cris.eclipse@hotmail.com

José Ricardo Cardoso (Kico Brown)
Professor de Educação Física com licenciatura plena pela PUC-Campinas. Gerente de Esportes da Federação Breaking SP. Idealizador e diretor artístico da Cia. Eclipse Cultura e Arte.
Premiado pelo governo do estado de São Paulo , “histórico de realização em dança” 2020. Representante oficial da Battle of the Year Worldwide na América Latina, desde 2007. Assessor de Cultura – Secretaria Cultura de Vinhedo, 2010-2015. Consultor e parecerista do Prêmio Cultura Hip-hop Preto Ghóez, Ministério da Cultura, Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, 2010. Idealizador e diretor do Campinas Street Dance Festival, Battle Brazil. Premiado pela FUNARTE “Klauss Vianna 2009”.
Autor dos livros Dança de Rua (2011) e Eclipse (2021).
Site: https://www.eclipse.art.br/; https://www.familiaeclipse.org/
E-mail: kico@eclipse.art.br ou kicobrown@hotmail.com

No livro, podemos entrar em contato com os estilos mais praticados conectados de alguma maneira à Cultura Hip-hop (Rocking; Locking; Vogue; Waacking; Breaking; Popping; Hip-hop Dance; House Dance; Dance Hall; Clowing; Krump) que estão apresentados de forma minuciosa trazendo seus respectivos mentores no processo do surgimento de cada um deles, relacionando-os aos contextos, lugares, estéticas e momentos históricos.
Nesta segunda edição, vemos importantes reflexões da Cultura Hip-hop não somente a partir de uma abordagem histórica, mas, também, referências de conteúdos a partir da experiência e de sua construção atualizada em novos paradigmas. No livro é possível encontrar um saber construído fundamentalmente na identidade com e no corpo que dança e na arte integrada ampliando as abordagens que circundam a prática.
Encontramos também o redimensionar de novos espaços de participação das danças que emergem da Cultura Hip-hop, inserindo o Breaking, por exemplo, nas Olimpíadas, além da inclusão de artistas contemporâneos que exploram diferentes técnicas e manifestações como: a Dança Waacking, Dança Vogue (Comunidade LGBTQIA+).
Ana Cristina e Kico Brown, parceiros com uma vasta experiência profissional, nos dão pistas de como a disseminação dessas Danças vem acontecendo no Brasil por meio dos eventos e encontros, no Brasil e no exterior; da definição dos contornos próprios da Cultura Hip-hop analisada pela presença do DJ e MC; das batalhas, competições, mostras etc.
Outra abordagem significativa que o livro nos presenteia nesta edição são as referências dadas pelos autores sobre a Dança ao processo de ensino e formação de jovens no Brasil, cuja experiência se dá por meio de seus estudos aprofundados e vivências.
Ana Cristina e Kico Brown se permitem, portanto, em seu livro, dar voz à cultura nascida das manifestações culturais das ruas e dos grupos étnicos como processo socio-histórico e voltado ao campo técnico, pedagógico e criativo das danças, disseminando e provocando o leitor a se engajar na compreensão da vida e da cultura que tem raízes que se expandem pelos continentes.

Daniela Gatti
Docente do Dept. de Artes Corporais Instituto de Artes – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

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