Aberto para Balanço-0

Aberto para Balanço

O livro corresponde a uma radiografia de um Brasil que se agiganta em direção às próximas décadas: cidadania, comércio exterior, desenvolvimento, FMI, globalização, inflação, juros, livre iniciativa, mercado de capitais, pequenas empresas, plano real, reformas, São Paulo…

R$ 90,00

Com desconto na livraria virtual
Abrir na LibriLaboris

EXCLUSIVO PARA PROFESSORES

Para comprar este livro, faça login ou crie sua conta.

Entrar para comprar

ISBN: 85-7670-008-5

Editora: Átomo

Autor: Abram Szajman

Edição: 1

Ano: 2005

Páginas: 328

Formato: 16 x 23 cm

Idioma: Português

Cidadania
Golpe de mão no sindicalismo
O mínimo do mínimo
Estado de urgência
Responsabilidade afinal
O peso da burocracia
Cidadania em perigo
Garrote legal
O segundo turno e a força da democracia
Cidadania, algo de novo no ar
Maria Antonieta foi mais sensata
Menos encargos, mais empregos
A doença infantil da modernidade
Uma política de resultados
Rostos perdidos
Ninguém é estrangeiro

Comércio Exterior
A guerra é um mau negócio
Alca sim, mas com soberania
Como preparar o Brasil para a Alca
Lei de Gérson
O Mercosul é o pássaro na mão
Tempo de Desafios
Abertura sem recuos
Triste papel de vendedor cativo

Desenvolvimento
A compreensão tem limites
O setor de serviços no século 21
Orçamento federal e o desenvolvimento
O apagão da inércia
Crescimento econômico e a verdade dos números
Se não fosse tanto "se"

FMI
Negociações Argentina-FMI
Por que chora a estátua
O FMI trocado em miúdos

Globalização
A reboque da globalização
Os euroespertos e os mercotrouxas
Reformar para sanear

Inflação
Moeda de duas caras
O entulho inflacionário
Na contramão da estabilidade

Juros
O desafio dos juros persiste
A complexa questão dos juros
Pessimismo e euforia no país do real
Juros alarmantes
Aposta na produtividade

Livre Iniciativa
Via-crúcis do empresário
A defesa da concorrência
O ovo da serpente na chocadeira
Barrados no baile

Mercado de Capitais
Um golpe no acionista minoritário
A velhinha de Ohio
Um casuísmo a serviço do parasitismo

Pequenas Empresas
O pequeno é bom de palanque
Ética na economia
Afinal, o que é lucro
Patrões desempregados
A regra é negociar
A voz e a força dos pequenos
Crescer com justiça

Plano Real
O Plano Real fez gols, mas também levou.
Consumir é crime?
Real bem, economia nem tanto
O Real, um começo
Desentortando a boca

Reformas
Ampliar a reforma da Previdência
Cortar a CPMF das empresas
Os trilhos que faltam
Troca-se uma CPMF por uma reforma
O ideal, o necessário e o possível
Reforma tributária e centralização
Forças do progresso
Queda de popularidade
Depois da enchente
Quem impede as reformas
Um passo para o futuro
Mudanças já

São Paulo
A cidade de São Paulo carece de uma indústria turística forte
Alguma coisa
Uma saída para São Paulo
Amor a São Paulo
SOS São Paulo

Varejo
Em 2002 a luta para sobreviver continua
2001 foi ruim? 2002 pode e deve ser melhor
Quando os números não dizem a verdade
Querem apagar a modernização
Poucos terão saudade de 1999
Confiança estóica

Abram Szajman

Nasceu cm São Paulo, onde se diplomou na Escola de Comércio Alvares Penteado. Iniciou sua participação nas entidades de classe do comércio como diretor do Centro do Comércio, tendo sido eleito, cm 1986, presidente da Federação do Comércio e do Centro do Comércio do Estado de São Paulo, dos conselhos regionais do Sesc e do Senac. É primeiro vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio. Detém mais de duas dezenas de títulos e condecorações conferidos por entidades de classe e governos federais, estaduais e municipais. É fundador e presidente do Conselho Deliberativo do Movimento São Paulo Contra a Violência e fundador e conselheiro do Movimento Parceria Contra as Drogas. Como empresário, preside o Conselho de Administração do Grupo VR, integrado por empresas de comércio, serviços c financeiras. É casado com Cecília, pai de três filhos e avô de três netos.

Sólido, veraz, inteligente, este Aberto para balanço convida o leitor para um mergulho com plena lucidez na multifacetada realidade brasileira de hoje. E, ao mesmo tempo, um convite endereçado aos homens de boa vontade para que plasmem o Brasil de agora e de amanhã de maneira madura, consciente, consequente, responsável. Não há aqui lugar para salamaleques e lantejoulas. A prosa direta, incisiva, de Szajman vai fundo na constatação do que está e do que não está dando certo nesta nossa nação-continente, rompendo os padrões convencionais com que nos habituamos a encarar problemas, povos e nacionalidades, atento ao que nos singulariza, nossos acertos e nossos erros, nossas virtudes e nossos defeitos, nossas bravatas e nossos me culpa.
O que o leitor encontra nestas páginas nada tem a ver com divagações, wisbful thinking ou análise superficial e apressada. Assemelha-se mais a uma radiografia nítida e corajosa de um Brasil sob muitos aspectos surpreendentes, em transformação acelerada, que se agiganta em direção às próximas décadas, com a inegável promessa da concretização dos nossos melhores anseios, mas em meio às sombras do que uma condução inepta das coisas poderá produzir, redundando em desapontamento, marasmo, malogro, frustração como povo e nação nos anos vindouros.
Com uma lucidez e uma objetividade verdadeiramente exemplares, SzaJman oferece-nos aqui um retrato de corpo inteiro do país de agora, sem perder de vista a complexidade do que nos atazana, a alegria de viver que nos caracteriza, a singularidade de nossa condição de brasileiros e o contexto global de um mundo que se reconstrói, se apoquenta, se dilacera em meio a tragédias e ameaças de tragédias geradas pelo fanatismo primário, pela imbecilidade e pela sede de poder, de um lado, e de outro por megacatástrofes de tsunamis e cataclismas imprevisíveis. "O melhor dos tempos e o pior dos tempos", diria Dickens, se vivesse em nossos dias. Que estas páginas ajudem o leitor lúcido, não apoiado em muletas político-ideológicas anacrônicas, a pensar. A perscrutar com isenção, com objetividade, o horizonte. A agir como ser humano racional e consciente da nossa condição humana, com as suas grandezas e misérias. A ver com mais inteligência e sensibilidade o país e os homens que o conduzem, os desafios que precisamos enfrentar e a configuração mundial destes tempos tão promissores, e, ao mesmo tempo, tão cruéis para tantos seres humanos

Samuel Pfromm Netto

Outros livros do(s) autor(es)