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Concha de coral

Em linguagem simples, esses duendes, os poemas, apresentam-se ao leitor com a única pretensão de serem apreciados, porque do amor nasceram e para celebrá-lo foram escritos.

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ISBN: 978-65-87322-24-7

Editora: Átomo

Autor: Rosemary de Moraes Garcia Cuesta

Edição: 1

Ano: 2023

Páginas: 156

Formato: 16 x 23 cm

Idioma: Português

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Rosemary de Moraes Garcia Cuesta nasceu em Limeira, Estado de São Paulo, em 31 de julho de 1947. Estudou na Escola Normal Particular São José, colégio dirigido pelas irmãs dominicanas, onde concluiu o curso de Magistério.  Em 1966, ingressou na faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, instituição na qual graduou-se em Letras Português-Francês no ano de 1969. Atuando em diversas escolas da rede pública e particular, dedicou-se ao ensino da Língua Portuguesa, particularmente ao da leitura e  produção de textos e, durante mais de duas décadas, foi corretora de redações em concursos vestibulares da PUC-Campinas. Participou de antologias poéticas e teve poemas seus premiados em concursos literários, o primeiro, na cidade natal e outros em Campinas, onde se radicou.

“Se a própria existência cotidiana lhe parecer pobre, não a acuse. Acuse a si mesmo, diga consigo que não é bastante poeta para extrair as suas riquezas”. Assim Rainer Maria Rilke, poeta e romancista austríaco, manifesta, na primeira de suas “Cartas A Um Jovem Poeta”, sua convicção de que a fonte da inspiração é a própria vida, desde que se tenha um olhar para nela perceber o que tem valor. Seguindo essa trilha, CONCHA DE CORAL é um livro que apresenta a poesia do cotidiano. Os poemas nele reunidos nascem do extravasamento de emoções que não puderam ficar retidas na vivência da esperança ou do desencanto, manifestando-se em versos filtrados por um sentimento de espanto e exaltação diante da realidade. Revestidos com o aveludado manto da visão poética multifacetada e subjetiva, mas nem por isso menos universal, já que, por toda parte, a vida insiste na apresentação de enigmas para serem decifrados, eles brotam da necessidade de se darem à luz em momentos de percepção lírica alimentada pelo rio interior, pois a arte é uma chama que vem de dentro. Em linguagem simples, esses duendes, os poemas, apresentam-se ao leitor com a única pretensão de serem apreciados, porque do amor nasceram e para celebrá-lo foram escritos.

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