Ensino de Química: o uso de analogias-0

Ensino de Química: o uso de analogias

O uso de analogias tem crescido como uma alternativa para facilitar o ensino de Ciências, sobretudo de conceitos com grau levado de dificuldade ou de abstração. Os livros didáticos têm apresentado com frequência esse recurso, entretanto muitos podem trazer erros conceituais e trabalhar com ideias preconcebidas, isto é, não tratar a analogia de uma perspectiva de construção de conceitos com os estudantes.

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ISBN: 978-85-7670-272-6

Editora: Átomo

Autor: Olímpio José da Silva Júnior, Deyse de Souza Dantas e Robson Fernandes de Farias

Edição: 1

Ano: 2017

Páginas: 122

Formato: 16 x 23 cm

Idioma: Português

Introdução

Capítulo 1
Concepções Alternativas e Erros Conceituais
Definições de concepções alternativas e erros conceituais
Como surgem as concepções alternativas nos estudantes
Características das concepções alternativas
Os principais erros conceituais evidenciados no ensino de equilíbrio químico

Capítulo 2
As Analogias
Modelos
Definindo analogias
Variabilidades terminológicas
O uso de analogias na Química
Usando analogias para ensinar

Capítulo 3
Metodologia de Análise
Desenvolvimento do estudo
Levantamento das analogias encontradas nos livros didáticos de Química
Classificação com base no modelo adaptado do proposto por Thiele e Treagust (1994)
Análise das analogias encontradas nos livros didáticos de Química
Questionário aplicado aos professores

Capítulo 4
Resultados e Discussões
Questionários
Analogias encontradas nos livros didáticos

Considerações Finais

Referências

Anexo 1
Livros Analisados

Anexo 2
Questionário de Entrevista aos Professores

Olímpio José da Silva Júnior
Licenciado e mestre em Química pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atualmente, é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de Química, com ênfase em analogias. Atua principalmente nos seguintes temas: biodiesel, biocombustíveis, óleo residual, catalisador e glicerina.

Deyse de Souza Dantas
Graduada em Farmácia e mestre em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte − UFRN. Doutora em Biologia Funcional e Molecular na área de Bioquímica pela Universidade Estadual de Campinas. Possui habilitação em Análises Clínicas e especialização em Citologia Clínica pela UFRN. Atualmente, é Professora Magistério Superior da Universidade Federal do Amapá. Tem experiência na área de Farmácia, principalmente nos seguintes temas: citologia, citologia clínica, patologia, bioquímica clínica e genética molecular, como também estudo e desenvolvimento de proteínas recombinantes para fins biotecnológicos.

Robson Fernandes de Farias
Licenciado em Química (1991) e Bacharelado em Direito (2014) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN); Mestre em Química (Físico-Química) (1993) pela UFRN e Doutor em Ciências (Química Inorgânica) pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP (2000). Dois Pós-Doutorados, ambos em Química: Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (2003) e UNICAMP (2003). Licenciado em Biologia (2021) e em Pedagogia (2021) pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI). É Pós-Graduado em Psicopedagogia, em Psicologia Educacional, em Educação Especial: Deficiência Intelectual e em Educação Especial: Transtorno do Espectro Autista, pela mesma Instituição. Atualmente, é professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Tem experiência consolidada nas seguintes áreas de investigação: novos materiais, híbridos inorgânico-orgânico, compostos lamelares, nanomateriais cerâmicos, biocombustíveis, dessulfurização de gases, termogravimetria, química forense, compostos de coordenação, propelentes químicos. Autor de livros e inúmeros artigos, em específico, nas áreas de ensino e história das ciências.

O uso de analogias tem crescido como uma alternativa para facilitar o ensino de Ciências, sobretudo de conceitos com grau levado de dificuldade ou de abstração. Os livros didáticos têm apresentado com frequência esse recurso, entretanto muitos podem trazer erros conceituais e trabalhar com ideias preconcebidas, isto é, não tratar a analogia de uma perspectiva de construção de conceitos com os estudantes.
Imagens e ilustrações trazidas nesses livros podem, também, levar os alunos a concepções errôneas de conceitos científicos, principalmente quando esse material não é discutido em classe.
Este livro traz questionamentos fundamentais sobre esse tema, bem como, por meio de exemplos, auxilia o professor a analisar os vários aspectos das analogias − suas vantagens, limitações, contextos em que podem ser empregadas − e, com base nisso, a utilizá-las com segurança em sala de aula.

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