ISBN: 978-85-7516-570-6
Editora: Alínea
Autor: Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi, Camila Carneiro Dias Rigolin e Maria Teresa Miceli Kerbauy (orgs.)
Edição: 1
Ano: 2014
Páginas: 312
Formato: 14 x 21 cm
Idioma: Português
Compreender as complexas imbricações entre ciência, tecnologia e sociedade é o propósito deste livro que convida os leitores a revisitarem os principais autores dos Estudos Sociais da Ciência, comumente referido como campo CTS. Para explicar porque a ciência não é neutra, porque o conhecimento científico é socialmente construído, porque a tecnologia não se reduz a artefatos e sistemas produzidos pelo homem para o bem-estar da sociedade, porque a produção de conhecimento é afetada por fatores históricos e sociais internos e externos à ciência e porque e como a produção científica é mensurada e avaliada, doze pesquisadores de diversas instituições oferecem, aqui, suas contribuições.

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Entrar para comprarISBN: 978-85-7516-570-6
Editora: Alínea
Autor: Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi, Camila Carneiro Dias Rigolin e Maria Teresa Miceli Kerbauy (orgs.)
Edição: 1
Ano: 2014
Páginas: 312
Formato: 14 x 21 cm
Idioma: Português
Apresentação
Capítulo 1
Ciência e Tecnologia: uma perspectiva histórico-filosófica
Marisa Bittar e Amarílio Ferreira Jr.
Capítulo 2
A Ciência Guiada por Fatores Sociais: a abordagem de Boris Hessen e sua contribuição para a Sociologia da Ciência
Geovane Ferreira Gomes
Capítulo 3
A Sociologia do Conhecimento em Karl Mannheim
Vera Alves Cepêda
Capítulo 4
Racionalização e Sociologia da Ciência em Max Weber
Marco Aurélio Nogueira e Lucas Cid Gigante
Capítulo 5
A Sociologia da Ciência Mertoniana
Edson Ronaldo Guarido Filho
Capítulo 6
David Bloor e o Programa Forte em Sociologia da Ciência: primeiras aproximações
Camila Carneiro Dias Rigolin
Capítulo 7
Pierre Bourdieu e a Noção de Campo Científico: contribuições para o estudo da prática científica e técnica
Airton Ferreira Moreira Jr. e Thales Haddad Novaes de Andrade
Capítulo 8
As Contribuições de Bruno Latour para os Estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade
Henrianne Barbosa
Capítulo 9
John Ziman: físico e epistemólogo em uma “ciência pós-acadêmica”
Verusca Moss Simões dos Reis
Capítulo 10
A Relevância da Teoria da Sociedade de Risco para os Estudos Sociais de Ciência e Tecnologia
Danilo Rothberg e Maria Teresa Miceli Kerbauy
Capítulo 11
Fertilizações Cruzadas entre a Cientometria, a Sociologia da Ciência e os Estudos Sociais da Ciência
Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi
Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi
Bacharel em Ciências Sociais pela Unesp/Araraquara (1979), mestre (1986) e doutora (1995) em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Professora Associada do Departamento de Ciência da Informação, docente dos Programas de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS); Educação (PPGE); e Educação Especial (PPGEEs), todos da UFSCar. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade/UFSCar (fev. 2010 - maio 2014) e vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação Especial/UFSCar (set. 2004 - ago.2008), Tem conduzido pesquisas sobre as dimensões quantitativa e qualitativa da produção científica em várias áreas de conhecimento, por meio da Bibliometria e da Cientometria, e em 2010 organizou o 2º. Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria (2o. EBBC).Também realiza pesquisas sobre colaboração científica, questões de gênero em ciência e tecnologia, expertise e think tanks brasileiros, consultas públicas online, avaliação da pós-graduação, processos de produção, comunicação e apropriação do conhecimento científico, ancorada nas abordagens dos Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia, e da Sociologia da Ciência.
Camila Carneiro Dias Rigolin
Professor Adjunto do Departamento de Ciência da Informação, do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS) e do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações e Sistemas Públicos (PPGGOSP) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Doutora em Política Científica e Tecnológica (UNICAMP, 2009), com estágio de doutorado-sanduíche no Departamento de Antropologia, Indiana University, EUA (2007-2008). Mestre em Administração (UFBA, 2000), Bacharel em Administração (UFBA, 1997). Possui experiência docente em graduação e pós-graduação na UFSCAR, UNICAMP e UFBA. Coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Expertise e Política e pesquisadora associada do Laboratório de Estudos Sociais em Ciência, Tecnologia e Sociedade, grupos de pesquisa da Universidade Federal de São Carlos, cadastrados no DGP-CNPq. Áreas de atuação em pesquisa: Estudos Sociais de Ciência e Tecnologia e Política Científica e Tecnológica.
Maria Teresa Miceli Kerbauy
Possui Graduação em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara (1968), Mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1979), Doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1992) e Pós-Doutorado em Ciência Política pelo Instituto de Iberoamérica - Espanha (2011). Tem experiência na área de Políticas Públicas, Governo Local, Gestão Pública, Comportamento Eleitoral e Partidos Políticos, atuando principalmente nos seguintes temas: federalismo e descentralização, representação e participação, poder local, gestão da comunicação, educação, executivo e legislativo, pesquisas eleitorais, sistemas partidários e sistemas eleitorais. Bolsa Produtividade em Pesquisa.
Compreender as complexas imbricações entre ciência, tecnologia e sociedade é o propósito deste livro que convida os leitores a revisitarem os principais autores dos Estudos Sociais da Ciência, comumente referido como campo CTS.
Para explicar porque a ciência não é neutra, porque o conhecimento científico é socialmente construído, porque a tecnologia não se reduz a artefatos e sistemas produzidos pelo homem para o bem-estar da sociedade, porque a produção de conhecimento é afetada por fatores históricos e sociais internos e externos à ciência e porque e como a produção científica é mensurada e avaliada, doze pesquisadores das seguintes instituições ofereceram suas contribuições: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Estadual Paulista (UNESP/Campus de Bauru e UNESP/ Campus de Araraquara), Universidade Positivo (UP), Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL), Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).
Os textos que abrem e fecham o livro abordam desde a perspectiva histórico-filosófica da ciência e da tecnologia até as fertilizações cruzadas entre a Cientometria, a Sociologia da Ciência e os Estudos Sociais da Ciência. Nos outros textos os autores mostram, por exemplo, como Boris Hessen (1893-1936) desmonta a visão acrítica e essencialista da ciência que a vê sob uma perspectiva de desenvolvimento linear e contínuo; o papel dos valores na atividade científica para Max Weber (1864-1920); a tese da Sociologia do Conhecimento de Karl Mannheim (1893-1947); a ciência enquanto instituição social conforme a visão do fundador da Sociologia da Ciência, Robert King Merton (1910-2003); o significado do Programa Forte da Sociologia da Ciência e as contribuições de seu principal formulador, David Bloor (1942- ), para esse campo de conhecimento; a noção de campo científico formulada por Pierre Bourdieu (1930-2002) enquanto conceito central para o estudo da prática científica e técnica; a importância dos estudos etnográficos da ciência e da Teoria Ator-Rede formulada por Bruno Latour (1947- );
o conceito de “ciência pós-acadêmica” formulado pelo físico e epistemólogo da ciência, John Ziman (1925-2005), com o intuito de avaliar as transformações ocorridas na atividade científica nos últimos anos e suas contribuições ao campo dos Estudos Sociais da Ciência; os conceitos principais da Teoria da Sociedade de Risco, tais como formulados por Ulrich Beck (1944 -) e as contribuições de David Harvey (1935 - ) e Anthony Giddens (1938 - ) para essa discussão.
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