Descrição da edição: Revisada
ISBN: 978-85-7516-471-6
Editora: Alínea
Autor: Anita Liberalesso Neri (org.)
Edição: 3
Ano: 2012
Páginas: 204
Formato: 14 x 21 cm
Idioma: Português
O crescimento da longevidade e do número de idosos na população aumenta a possibilidade de que as famílias e, dentro delas, as mulheres venham a ser cuidadoras. Muitas conciliarão o cuidado com papéis profissionais. A esmagadora maioria o fará sem nenhuma ajuda informal ou formal sistemática. Nesse quadro, existe forte tendência de que o cuidado seja vivido como oneroso e inesperado.
Esta coletânea é a nossa maneira de responder a essas questões. Dados produzidos em outros países podem nos ajudar, mas o conhecimento de como cuidadores brasileiros agem e como se sentem na situação de amparar idosos fragilizados é de grande valia para a construção de modelos explicativos e de intervenção adaptados às necessidades dos nossos idosos e de suas famílias.

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Entrar para comprarDescrição da edição: Revisada
ISBN: 978-85-7516-471-6
Editora: Alínea
Autor: Anita Liberalesso Neri (org.)
Edição: 3
Ano: 2012
Páginas: 204
Formato: 14 x 21 cm
Idioma: Português
Apresentação
Capítulo 1
As Várias Faces do Cuidado e do Bem-estar do Cuidador
Anita Liberalesso Neri e Cinara Sommerhalder
Capítulo 2
Discutindo Mitos, Desvendando Sentidos: velhice, dependência e cuidado segundo jovens, adultos e idosos de origem japonesa
Meyre Eiras de Barros Pinto e Anita Liberalesso Neri
Capítulo 3
Avaliação Subjetiva da Tarefa de Cuidar: ônus e benefícios percebidos por cuidadoras familiares de idosos de alta dependência
Cinara Sommerhalder e Anita Liberalesso Neri
Capítulo 4
Tarefas de Cuidar: com a palavra, mulheres cuidadoras de idosos de alta dependência
Mônica Rodrigues Perracini e Anita Liberalesso Neri
Capítulo 5
Cuidar de Cuidadores: resultados de um programa de treinamento realizado em domicílio
Denise Rodrigues Yuaso
Sobre as Autoras
Autor(es): Anita Liberalesso Neri (org.)
O crescimento da longevidade e do número de idosos na população aumenta a possibilidade de que as famílias e, dentro delas, as mulheres venham a ser cuidadoras. Muitas conciliarão o cuidado com papeis profissionais. A esmagadora maioria o fará sem nenhuma ajuda informal ou formal sistemática. Nesse quadro, existe forte tendência de que o cuidado seja vivido como oneroso e inesperado. Nas grandes cidades as dificuldades são ainda maiores porque temos pouco tempo para os relacionamentos. Além disso, na vida contemporânea sobra pouco espaço interior para a reflexão sobre o sentido da velhice e da morte e para o cultivo da espiritualidade. Os mais velhos têm dificuldade para lidar com o significado da de-pendência e da inversão de papéis que esta impõe aos idosos e aos filhos. Sem significado existencial, o cuidar e o ser cuidado têm ainda maior chance de se tornarem experiências penosas. É forçoso reconhecer o quanto são solidárias as famílias brasileiras e seus relacionamentos de amizade. Surpreendem as soluções oriundas da experiência do dia a dia de indivíduos e grupos que funcionam à margem das oportunidades oferecidas pelo sistema público e privado. No entanto, não é porque tais famílias são solidárias ou criativas, nem porque não são percebidas politicamente que deixaremos de reconhecer o quanto estão ao abandono de providências que garantiriam melhor qualidade de vida a eles e aos seus idosos. Esta coletânea é a nossa maneira de responder a essas questões. Dados produzidos em outros países podem nos ajudar, mas o conhecimento de como cuidadores brasileiros agem e como se sentem na situação de amparar idosos fragilizados é de grande valia para a construção de modelos explicativos e de intervenção adaptados às necessidades dos nossos idosos e de suas famílias.
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