A História e a Química do Fogo-0

A História e a Química do Fogo

Uma das grandes conquistas do homem foi aprender a fazer e a controlar o fogo. Com isso, ele passou a não temer mais o frio nem as trevas da noite. Conseguiu afugentar os animais que o ameaçavam e comer sua carne de maneira mais apetitosa. Passou a fazer melhor os objetos de barro (a cerâmica) e, mais tarde, a obter os metais. Fez também do fogo um destruidor do ambiente e uma arma para matar o seu semelhante. Por isso, ainda, o fogo fascina e amedronta.
Ao mesmo tempo que nos remete ao passado longínquo, o fogo também é o presente, a modernidade, nos motores dos automóveis, dos jatos e dos foguetes. O petróleo – motor do mundo atual – é seu principal alimento. Vários materiais que utilizamos hoje, como o vidro, a porcelana, o cimento armado, os metais, os plásticos etc., são fabricados com fogo.
Neste livro, iremos contar um pouco da história do fogo. Como os homens foram aprendendo a fazê-lo, controlá-lo e a combatê-lo. Como a Ciência passou a compreendê-lo e qual sua importância técnica atual. No passado, as pessoas se assentavam em volta da fogueira para conversarem, para trocarem idéias. O fogo estava no centro do debate. Atualmente, as pessoas já não fazem isso com freqüência, porém o fogo é, agora, o centro do debate. Vamos mantê-lo aceso…

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Descrição da edição: Revisada

ISBN: 978-85-7670-182-8

Editora: Átomo

Autor: Aécio Pereira Chagas

Edição: 2

Ano: 2013

Páginas: 112

Formato: 14 x 21 cm

Idioma: Português

Capítulo 1
Introdução

Capítulo 2
A Domesticação do Fogo

Capítulo 3
A Arte do Fogo

Capítulo 4
Teorias do Fogo

Capítulo 5
Combustão com Ar
A máquina a vapor e os motores à explosão
O combate ao fogo

Capítulo 6
Combustão sem Ar
Foguetes
Explosivos

Capítulo 7
O Embate das Moléculas

Capítulo 8
Qual o Destino do Fogo?

Aécio Pereira Chagas

Nasceu em Presidente Prudente (SP) em 9.6.1940, onde fez os estudos primário e secundário. Bacharel e licenciado em Química (USP), doutor em Ciências (USP) e livre-docente em Físico-química (Unicamp). Foi professor em escolas técnica e superiores. Ingressou no Instituto de Química da Unicamp em 1969, aposentando-se como professor titular, em 1994, porém continua, até hoje, como pesquisador colaborador voluntário. Pesquisador na área de Físico-química (termoquímica, equilíbrios em solução, compostos de coordenação, superfície, calorimetria), publicou dezenas de trabalhos científicos em revistas de circulação internacional. Foi diretor do Instituto de Química da Unicamp, membro do Conselho Editorial da Funcamp e da Editora da Unicamp, editor da revista Química Nova, conselheiro da Sociedade Brasileira de Química e da Sociedade Brasileira de História da Ciência. É membro associado da Academia de Ciências do Estado de São Paulo e da Academia Brasileira de Ciências. Outros interesses: Filosofia, História da Química e Espiritismo

Autor de:
Como se Faz Química
Editora da Unicamp (3ª edição revista)
Termodinâmica Química
Editora da Unicamp
Introdução à Ciência Espírita
Editora Lachâtre

Uma das grandes conquistas do homem foi aprender a fazer e a controlar o fogo. Com isso, ele passou a não temer mais o frio nem as trevas da noite. Conseguiu afugentar os animais que o ameaçavam e comer sua carne de maneira mais apetitosa. Passou a fazer melhor os objetos de barro (a cerâmica) e, mais tarde, a obter os metais. Fez também do fogo um destruidor do ambiente e uma arma para matar seu semelhante. Por isso, ainda, o fogo fascina e amedronta.
Ao mesmo tempo que nos remete ao passado longínquo, o fogo também é o presente, a modernidade, nos motores dos automóveis, dos jatos e dos foguetes. O petróleo – motor do mundo atual – é seu principal alimento. Vários materiais que utilizamos hoje, como o vidro, a porcelana, o cimento armado, os metais, os plásticos etc., são fabricados com fogo.
Neste livro, iremos contar um pouco da história do fogo. Como os homens foram aprendendo a fazê-lo, controlá-lo e a combatê-lo. Como a Ciência passou a compreendê-lo e qual sua importância técnica atual. No passado, as pessoas se assentavam em volta da fogueira para conversarem, para trocarem ideias. O fogo estava no centro do debate. Atualmente, as pessoas já não fazem isso com frequência, porém o fogo é, agora, o centro do debate. Vamos mantê-lo aceso...

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